quarta-feira, 12 de março de 2008

Um trabalho para um baiano

Eu vejo tanto valor em um político quanto em um gelo baiano. Qualquer político, de qualquer país, de qualquer cidade. Todo sujeito militante, que apóia um partido como se fosse um time de futebol me causa asco indescritível. Não acredito, portanto, que a candidatura de Gabeira seja a tábua da salvação, o baú da felicidade, o retorno do Messias. Mas é, sem dúvida, dado o contexto em que vivemos, a melhor opção disparada. Gente da boa desconfia de Gabeira e sua agenda “progressista”. Estou entre eles (na desconfiança, não na bonança, diga-se de passagem). E, aliás, que história é essa de não fazer oposição ao governo federal? Política se faz com oposição, com combate. Mas não vou ficar aqui apontando as falhas nas falas do deputado. Deixo isso pra depois da eleição, caso o elejam, o que, infelizmente acho muito difícil. Mas difícil mesmo será agüentar a demagogia barata de Crivella e sua gangue. Alô alô imprensa golpista, que tal uma escarafunchada nos contratos da TV Cabrália? Ou nas contas de suas empresas, Unimetro e Cremo? Mãos à obra! E, ah, não tenham dúvida, em caso de segundo turno Crivella x Solange Amaral, é gelo baiano na cabeça! Literalmente...

-Dan-

Um comentário:

jv disse...

aproveito a brecha para falar (mal) tambem da igreja catolica do rio. ela tem uma empresa, a mitra. com a mitra, a igreja é proprietaria de metade dos predios do centro do rio, alem, claro, dos "predios" sagrados. agora, da onde vem esse dinheiro todo? eu estudo na puc, pontificia universidade catolica, que teoricamente nao tem fins lucrativos e deve repassar parte de sua receita para a mitra, e que por sua vez deve repassar tudo para o quartel-general la na italia. finalmente entendo porque existe um banco no vaticano. muçulmanos, nao sejam burros: fundem o seu tambem.